| Meu paciente morreu ! O que faço ? | ||
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Qual médico veterinário não passou pela situação
de um paciente morrer de causas obscuras ? E aquele animal que você
atendia desde filhote e que morreu de repente ? E a cirurgia que foi um
sucesso, mas depois, repentinamente, óbito ! Sem falar nos casos
em que os exames complementares não auxiliaram para fechar o diagnóstico.
Em todos estas situações e em inúmeras outras deve-se
sugerir o exame necroscópico ao proprietário. E muitas vezes
fica a dúvida: O que eu faço agora ? Como envio ? Após o óbito inúmeras alterações cadavéricas podem ser observadas, mais notadamente os fenômenos consecutivos, como a autólise e a putrefação. Quando o cadáver atinge este grau de alteração cadavérica, somente lesões muito evidentes ainda poderão ser notadas à necropsia, e muitas vezes a completa elucidação do caso fica impossibilitada. |
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Para retardar
as alterações cadavéricas podemos lançar mão
de alguns artifícios. Recomenda-se o resfriamento da carcaça
e envio ao patologista veterinário o mais rápido possível,
isto é, deve-se armazená-la em temperatura de geladeira
(por volta de 4 ºC). Para que este procedimento seja mais efetivo,
pode-se, antes da refrigeração, umedecer ou mesmo molhar
os pêlos, principalmente em animais com pelagem densa, com isso
a troca de calor entre o corpo e o ambiente (geladeira) será mais
rápida. RESUMO: |
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